domingo, 31 de janeiro de 2010


















A vontade louca de ser só um momento
e parar o tempo...
prá te amar até o esquecimento!

A idéia louca de ser só um vento 
prá revirar tua mente...
possuir teu pensamento!

A sensação louca de ser uma lágrima tua,
prá escorrer de dentro...
morrer no teu sofrimento!

E depois de tudo, a loucura total de ser
o teu sorriso,
prá inundar tua alma...
na agonia de um afogamento!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

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Tento de tudo... tenho tempo
Sinto tanto... nada tenho
Saio às ruas... não te encontro
e quando me acho, aí te perco...
Me tranco no quarto,
nas paredes te vejo...
Perco o sono...
acendo um cigarro,
tua imagem se dissolve...
o calor me envolve...
o silêncio dói,
mata lentamente,
insolente, contundente...
Já não quero ser tua,
porque não te tenho...
então, prossigo assim...
reticente...

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Conceitos...

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Final de ano...
Hora de rever conceitos, dizem alguns...
Mas, porque só revê-los no final do ano?
Acho que isso é uma coisa que deveríamos
fazer diariamente.
Ao invés de rever conceitos, deveríamos
aproveitar a data prá agradecer...
Aos amigos...pela força, pelo ombro,
pela palavra dita, ou até omitida...
Aos inimigos...pela chance de nos tornarmos
pessoas melhores...
À Deus...pela vida, pelas oportunidades
(mesmo as perdidas), pelas vitórias,
pelas tristezas...agradecer por tudo que
de alguma forma tenha contribuído para
o nosso crescimento.
E agradecer por mais um ano...afinal, foram
365 dias de VIDA!!
Essa vida que eu amo tanto!
Que venha 2010....

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Fragmentos...





A quietude absoluta do luar, dissolvendo nuvem e
campo e lamaçal, em abstrações de perfeita paz...

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Parar e contar todos os sons; parar e ver todas as
pedras; parar e deixar que penetre o vento.
Parar e não ter que ser alguém...

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Sempre assim: aberta e atenta, vazia e disponível,
humana e viva.
Esperando (sem propósitos), pronta (sem desejar),
existindo (sem necessitar).

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Pontes...















Descobri a grande incógnita da minha vida.
Aprendi a construir pontes, já contruí muitas...
Mas, nunca consegui derrubá-las depois
de passar por elas.
É preciso derrubar as pontes, para não cair
na tentação de voltar atrás.
Com essa descoberta, vivo outro dilema...,
não sei se aprendo a derrubar as pontes e
junto com elas destruo o meu desejo e acabo
com a pulsação da minha existência, ou se
sigo em frente, rumo ao desconhecido e me
livro da poeira velha, enquanto espero por
um sim...definitivo!
Enquanto não me decido, vivo assim...
nesse eterno voltar...

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Quem sabe, amanhã?

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Rotina...a palavra já é chata,
lembra uma rota traçada, a mesmice de sempre...
Às vezes me sinto presa no tempo, como naqueles
filmes, onde o personagem acorda sempre no
mesmo espaço de tempo e se perde na repetição.
Vontade de arriscar coisas novas,
arrancar páginas desse livro mal escrito,
onde muita coisa não se entende e outras são
explicitamente banais.
É uma frase feita, mas o ser humano é um eterno
insatisfeito...
Pra que tanto sossego? Quero viver emoções...
Pra que simplicidade? Preciso de glamour...
Parece tudo tão fora do lugar, e ao
mesmo tempo irritantemente estável.
Essa passividade morna me enlouquece.
Mas, o que eu quero mesmo, é ficar quieta
no meu canto...
Hoje estou muito cansada prá mudar alguma coisa.
Amanhã? Quem sabe?...amanhã é outro dia!!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Exageros...

http://3.bp.blogspot.com/_hL5eAAm1o3U/SW8UHyK2CwI/AAAAAAAAD9o/MnLl3pQ8By0/s400/www.bemsimples.com

Muita distância prá tão pouco espaço...
Pouco veneno prá tanto fracasso...
Muito amor prá pouco abraço...
Pouco papel prá tanto traço...
Muita tensão prá pouco cansaço
Pouca música prá tanto compasso...
Muitas vezes tão prá cima e
outras poucas tão prá baixo!